
E quando meus olhos encontram os teus e a agonia do meu peito se enche da calmaria do teu sorriso, o mundo nem gira, nem fica e nem importa o mundo. Porque quando meu peito sente bem de perto o “tum tum” que não pára, ao contrário, acelera, eu só sei falar de cor, de vontade e de como é bom. Bom te ver, bom poder sentir que o meu “tum, tum” não bate só. Que o meu exagero não te surpreende e nem te assusta. Que você é meu superlativo e eu não quero nada menos e nem desejo nada mais. Que meu “tum, tum” soa alto, mas não tanto quanto o teu “te amo” ao meu pé do ouvido. Porque o que eu quero e sempre quis ouvir você me diz e me faz sentir. O que mais poderia querer? Você é meu plural. E eu não sei mais ser singular.
Quando eu digo que vou, confia. Porque eu vou por você e por mais ninguém. Eu vou por mim. Porque é nos teus braços e no teu sorriso que eu encontro o abrigo que eu sempre procurei pros meus dias de chuva e a sombra mais refrescante pros meus dias mais ensolarados. Porque quando você me ofereceu o céu, eu ganhei você. E ganhei o que eu nem sabia se podia um dia ser meu, mas finalmente seria pra sempre. Porque quando você disse "vem!", eu só consigo pensar no dia, no abraço, no momento, no beijo, no olhar, no calor, no frio, no carinho, no medo, nos olhos fechados e neles abertos olhando pra mim. Porque eu vou. E eu vou por mim. Pra você.
Um comentário:
De fato, um belíssimo casal.
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