
Eu mudo bastante, com uma freqüência violenta. Um dia eu quis muitas coisas, outro dia eu não gostava de muitas pessoas e em outra vez eu perdia a paciência mais rápido do que Miojo-fica-pronto-em-três-minutinhos-calma-minha-gente. Então eu percebi que a gente vai mudando, se adaptando, levando, se acostumando, se ajeitando, renegando, rejeitando, se recuperando. Final de semana passado eu queria mesmo uma balada, lugar cheio de fumaça, música alta e gente saracoteando na minha volta. Ontem eu já não tava afim e preferi passar o sábado e o domingo em casa.. A um tempo atrás pensei ter encontrado o grande amor da minha vida e então descobri que a gente não acha amor nenhum: ele nos acha e se apresenta. E de vez em quando (ou de vez em sempre) ele se atrasa, mas chega. Há poucos dias pensei que iria enlouquecer por essa fase, mas ... vou te contar, estou quase bem resolvida.
Ainda bem que a gente muda, tem que ter coragem. Mais do que isso: é preciso ter desapego. A mudança é fruto da nossa comunicação com o mais profundo de nós. E, você sabe, nem sempre conseguimos falar com o nosso próprio eu. Às vezes dá ocupado. Ou fora da área de cobertura. O que não podemos é deixar de tentar, uma hora chama. e pode ser pra você.
2 comentários:
belas pernas (ou pedaços dela), você tem uma cor bonita...
Q bom que a neura do amor q se foi já se foi... esperar é triste, o melhor é esquecer que existe pra ter a alegria de ser surpreendida. Eu vivo assim, de surpresa em surpresa!
mudança é algo ótimo...
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