quarta-feira, 7 de abril de 2010


Eu já perdi tantas chaves ao longo do tempo. Tantas canetas, borrachas, cadernos cheios de anotações, tantas avaliações escolares por confusão de data, sessão no cinema, óculos, celular, tênis, milhões de idéias que esqueci de anotar, o momento certo de dizer, o momento certo de calar, dinheiro, incontáveis oportunidades (algumas profundamente significativas), cd´s, livros, o medo de me expor, prendedores de cabelo, fotografias, cartas, respiração, tantas horas do dia dedicadas a nada pra fazer, amor, pessoas, postura, juízo, senso, noção de tempo, razão...



Engraçado, parecia que não havia mais nada que eu fosse capaz de perder...

3 comentários:

Luara Quaresma disse...

vc escreve muito bem!

Camila Fontenele disse...

Até um dia a gente nós nos perdermos, essas coisas um dia fez parte de nós..

Gostei daqui
Um Beijo

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


TE SIGO TU BLOG




CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...


AFECTUOSAMENTE
CAROLINA


ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE CHOCOLATE, EL NAZARENO- LOVE STORY,- Y- CABALLO, .

José
ramón...