
uma vez , li um texto que dizia ser do arnaldo jabor e mesmo não acreditando que ele sequer saiba da existência do mesmo, vou dizer que era dele pra facilitar, até porque não é o nome do autor que me fez pensar. era um texto que começava com uma citação de renato russo, dizendo que o mal do século é a solidão. terminava com “…o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: ‘vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida’.”
pensei sobre os sentimentos e emoções que negamos ao longo da vida. esses que vão crescendo ou aparecendo e a gente nem se dá conta de que estão ali. alguns são decorrentes da longa olhada pro abismo, outros são os que nós preferimos desprezar. e o que mais me assusta de todos eles é o medo. e eu não falo do medo do homem do saco. esse é fácil arrumar. difícil mesmo é levantar depois de cair. levantar de verdade, pronto pra outra. é que muita gente já me disse que aprendizado é cair num buraco, sair e tomar cuidado pra não cair de novo. mas eu acho que a gente aprende mesmo é quando sabe que não importa a profundidade desse buraco, a gente vai sair dele. e não deixa de olhar as flores do caminho pra olhar onde pisa. resolver os problemas, não evitá-los.
2 comentários:
daqui há muito tempo, no dia que você morrer, você ainda vai amar o mesmo cara de sempre!
eu acho que ninguém entende viu;
Sua última chance de não me decepcionar totalmente !
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